PROJETO AÇÃO AMBIENTAL

PROJETO AÇÃO AMBIENTAL

ANO 1

Tarciso Augusto

(Juventude do PVPE)

A gincana Ação Ambiental, com a participação de escolas, com o objetivo de ensinar os adolescentes como melhorar as condições do meio ambiente, observando-se o disposto no presente regulamento.


REGULAMENTO

A gincana será realizada na Praia de Casa Caida - Olinda. No dia 25 de Outubro de 2009 (DOMINGO). Serão disponibilizadas 16 equipes de cada instituição de ensino, com a idade a parti dos 14 anos.

A inscrição somente poderá ser feita pelo diretor de cada instituição de ensino (que se identificará) ou por seu representante.

Cada escola será representada, exclusivamente, por uma só equipe, com no máximo 40 alunos. Os alunos serão credenciados pela Escola, através da ficha de inscrição, devidamente assinado pelo seu diretor e responsável se for menor de idade. Contendo os seus nomes; neste documento, os realizadores da Gincana estarão isentos da responsabilidade por qualquer acidente ou problema de saúde que vier a acometer os seus alunos. O Transporte será disponibilizado pela instituição de ensino.

Os alunos, para a realização das tarefas na praia, deverão usar uniformes compatíveis com a atividade, à sua livre escolha, devendo esta indumentária proporcionar uma fácil e rápida identificação da Escola.

O local onde será realizada a Gincana - Praia de Boa Viagem - terá parte de sua extensão ainda ser definido, dividido em 16 áreas, onde cada equipe se mobilizará. Em cada uma dessas áreas será alocada uma Escola que se responsabilizará, dentro das normas estabelecidas, pela sua limpeza e manutenção. As áreas estarão demarcadas com bandeiras verdes e perfeitamente visíveis por todos os concorrentes.

As tarefas a serem desenvolvidas pelas Escolas, na Gincana, serão as contidas neste regulamento. A sua execução proporcionará bons resultados com relação à limpeza de cada espaço e, ainda, consolidará uma pontuação positiva para a Escola.

Os alunos deverão manter sua área delimitada, permanentemente limpa, desde a mureta interna do calçadão até a arrebentação das ondas do mar. Por questões de segurança, não será permitido, sob hipótese nenhuma, que os alunos realizem suas tarefas colhendo detritos no mar. Será permitido, entretanto, que os alunos recolham o lixo que for jogado na praia pelo mar. Serão disponibilizados sacos de colhimento do material.

Os alunos deverão desenvolver ações, junto aos barraqueiros que fazem ponto na sua área, no sentido de motivá-los a interagir de forma produtiva, contribuindo para a manutenção e conservação da limpeza do espaço. A participação dos barraqueiros é de fundamental importância para o bom desenvolvimento do projeto. Eles deverão demonstrar que assimilaram a idéia do movimento, tomando providências junto aos seus fregueses, para que estes não joguem lixo na areia.

Os alunos deverão, ainda, intervir junto aos vendedores ambulantes, com o mesmo objetivo de preservar o seu espaço.

Os alunos terão como tarefa abordar os banhistas e instruí-los a colocar seus saquinhos com lixo, nas lixeiras. Isto proporcionará um espaço sempre limpo, aumentando as condições de uma pontuação positiva.

Cada Escola poderá se utilizar de materiais de divulgação, tais como faixas e cartazes, que transmitam mensagens educativas e de conscientização sobre a ação que está sendo desenvolvida na Gincana. Materiais que possam poluir o ambiente, tais como panfletos e folders, não serão permitidos.

As Escolas serão avaliadas, também, pela originalidade na decoração de seus espaços. Neste sentido, poderão utilizar a sua área da melhor maneira que lhes aprouver, inclusive fazendo o seu merchandising, respeitando o tema da Gincana – Ação Ambiental. Poderão usar materiais para ornamentá-la, de tal forma que chame a atenção das pessoas e as incentive a participar efetivamente do Projeto.

Por fim às 11h30min pontualmente cada equipe fará uma dramatização (encenação teatral) com a duração de 5 minutos. Cujo tema será obrigatoriamente direcionado para atividade que está sendo desenvolvida na Gincana, enfocando AÇÃO AMBIENTAL.

A GINCANA OBEDECERÁ AO SEGUINTE CRONOGRAMA

Serão formadas 4 Comissões de Avaliação, constituídas, cada uma, por 3 jurados, que avaliarão tecnicamente as áreas de cada Escola. Tais Comissões darão uma nota única às Escolas, com base nos seguintes critérios:

(I) O estado de estado verificado em visitas às áreas de cada uma delas;
(II) A criatividade das equipes em produzirem seus espaços;
(III) A atuação dos alunos com os comerciantes locais;
(IV) A representação teatral (dramatização).


A FICHA DE INSCRIÇÃO DEVERÁ SER ENTREGUE ATÉ O DIA 19 DE AGOSTO DE 2009


CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A FICHA DE INSCRIÇÃO


Tarciso Augusto


Um intercâmbio entre jovens pernambucanos e guineenses através do olhar fotográfico. Essa é a proposta do projeto Brasil-Guiné Bissau Olhares Cruzados pela Identidade, que ocorre no Recife entre os dias 24 e 29 de agosto. O projeto é promovido pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e desenvolvido pela Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Imagem da Vida.

No Recife, o Brasil-Bissau tem o apoio da Secretaria Especial de Justiça e Direitos Humanos do Estado (SEJUDH). E foi por um programa desenvolvido pelo Governo de Pernambuco que o projeto chegou até aqui. O Minha Certidão tem como objetivo erradicar o chamado subregistro civil, levando os cartórios para dentro das maternidades públicas e já ganhou o reconhecimento do Governo Federal. Tanto que foi da própria Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República a demanda para que o Brasil-Bissau fosse desenvolvido no Recife.

"Articulamos por um ano a criação do Programa Minha Certidão, que é fundamental para dar cidadania às pessoas. Várias instituições estão trabalhando de forma conjunta e o programa hoje é uma prioridade do Governo do Estado", destaca o secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos, Rodrigo Pellegrino. Segundo ele, cerca de 21% das crianças nascidas nos hospitais de Pernambuco saem da maternidade sem registro, o que traz implicações por toda a vida. Sem registro, não é possível participar de programas sociais ou se matricular nas escolas, por exemplo. Pellegrino lembra que o programa Minha Certidão está em fase experimental em duas maternidades de Pernambuco. Em breve, deve ser ampliado para toda a Região Metropolitana e, em seguida, aplicado nacionalmente.

O projeto Brasil-Bissau será realizado com alunos da escola Maria Tereza Correia, localizada no bairro Alto José do Pinho. Serão 30 jovens com idade entre 12 e 15 anos, participando de oficinas lúdicas, de desenho, fotografia e redação que têm como objetivo sensibilizar a comunidade para o respeito aos direitos humanos, dando ênfase à importância do registro civil de nascimento. Durante a semana, esses jovens conhecerão o material coletado em oficinas realizadas em escolas da Guiné Bissau. “A proposta é que a pessoa saiba que tem um interlocutor em outro lugar do mundo”, explica a coordenadora do projeto, Dirce Carrion.

Do lado de cá, também farão fotografias entre si e participarão de oficinas diversas. Além disso, atuarão como repórteres, entrevistando pessoas consideradas peças-chave para o funcionamento da comunidade em que vivem. Segundo a coordenadora, esse projeto tem como objetivo não apenas focar na troca cultural, mas principalmente trabalhar o direito à identidade. Por isso, destaca a identidade desses líderes da comunidade, bem como a dos próprios jovens.

No Brasil, estão envolvidas comunidades de Pernambuco e da Amazônia. A produção coletada nessas comunidades, assim como as resultantes do trabalho em Guiné Bissau, irão compor o livro Brasil-Guiné Bissau Olhares Cruzados pela Identidade e um vídeo-documentário. “Muitas dessas crianças nunca tiveram um livro e agora terão um em que elas estão retratadas, mas não de cima para baixo, registrada da maneira como ela se vê, dentro da sua comunidade. Um livro onde ela se vê reconhecida”, destaca Dirce Carrion.


Um comitê executivo da Copa foi formado oficialmente nesta segunda-feira (1°). O grupo vai idealizar parcerias na área de infraestrutura entre o Recife e São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana, onde será construído o estádio de futebol para realização dos jogos e a chamada “Cidade da Copa”. 

O comitê será coordenado pelo secretário de Planejamento do Recife, Amir Schwartz, e vai trabalhar junto com o Governo de Pernambuco e com a Prefeitura de São Lourenço da Mata. Fazem parte do grupo gestor representantes de diversas secretarias e órgão municipais do Recife.
 
Apesar de a “Cidade da Copa” estar geograficamente localizada em São Lourenço, o acordo assinado com a Federação Internacional de Futebol (FIFA) indica o Recife como subsede, tornando a capital pernambucana a responsável pela infra-estrutura do evento. 

PROJETO DE LEI
O termo de compromisso com a FIFA, foi assinado no último domingo (31), pelo prefeito João da Costa, no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, depois do anúncio oficial das cidades que recberão jogos em 2014.

Segundo a prefeitura do Recife, até o final da semana será enviado um projeto de lei à Câmara Municipal do Recife para tratar das questões tributárias e fiscais relacionadas à realização da Copa de 2014. Na próxima semana, será realizado um seminário promovido pela Prefeitura do Recife e pelo Governo do Estado para elaborar projetos e ações com o objetivo de atender as reivindicações da FIFA e preparar o Recife para subsediar a Copa.

Os recursos, de acordo com a prefeitura,virão do Governo Federal, que já anunciou a elaboração do PAC da Copa.
























Áreas isoladas, estradas de terra que se transformam em obstáculos no período das chuvas. É em lugares quase intransponíveis que os madeireiros estão devastando o pouco que resta da Mata Atlântica nordestina. Trilhas e clareiras estão por toda parte. Em Pernambuco, sobram apenas 2,5% da floresta exuberante que existia na região.

A ousadia dos madeireiros é tão grande que eles não se contentam em derrubar as árvores. Trazem motosserras e, na mata, beneficiam a madeira que vai abastecer o comércio ilegal. Pelo tamanho dos troncos dá para calcular que algumas árvores tinham mais de 20 metros de altura.

"São grupos armados, organizados, financiados por serrarias que recebem os produtos ilegais. São grupos perigosos", destaca o chefe de fiscalização do Ibama (PE) Leslie Tavares.

Como a fiscalização não chega aos locais dos desmatamentos, a estratégia é fechar o cerco contra as serrarias e atingir a ponta do comércio ilegal. A Operação Sucupira, desencadeada no início do mês, conta com 10 equipes que atuam em cinco cidades da Zona da Mata pernambucana.

Os fiscais já fecharam 25 serrarias e pequenas fábricas. Todas usavam árvores da Mata Atlântica como matéria-prima. São estabelecimentos sem licença ambiental e sem cadastro no Ibama. O dono de uma serraria é multado pela quarta vez: R$ 58 mil.

Até o fim do semestre, o Ibama pretende fechar mais de 200 serrarias clandestinas. As multas já chegam a R$ 850 mil. A madeira é recolhida com ajuda do caminhão-guincho. Mais de 900 toras foram apreendidas. Uma tentativa de salvar a mais ameaçada das nossas florestas.

"Secar a fonte Garantir que todo esse dinheiro que circulava financiando e estimulando o desmatamento ilegal e a pistolagem seja secado. Essa conta tem que secar", afirma o superintendente do Ibama em Pernambuco João Arnaldo.


Fonte: Bom Dia Brasil

A III Semana do Meio Ambiente traz novidades para o sertão do Pajeú. O evento acontece de 3 a 5 de junho, na Praça Arruda Câmara, em Afogados da Ingazeira – Pernambuco, com a realização do I Festival de Economia Popular e Solidária do Pajeú. O objetivo é divulgar, articular e dinamizar os empreendimentos coletivos e individuais, para a construção de um comércio justo e solidário, visando a sustentabilidade das famílias agricultoras. A realização do evento é do Fórum de Economia Popular e Solidária – Elo Pajeú, com o apoio da Diaconia, Casa da Mulher do Nordeste, Projeto Dom Helder Câmara, SEBRAE, Fundação Banco do Brasil, Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira e Governo Federal.

Através do I Festival de Economia Popular e Solidária do Pajeú, a Semana do Meio Ambiente em Afogados irá aproximar produtores e consumidores, divulgando e valorizando a cultura da região através das feiras de artesanato e produtos agroecológicos, apresentações de teatro e dança, 
stands com tecnologias de convivência com o semi-árido e oficinas arte-educativas para crianças.

Além disto, os participantes terão a chance de debater formas de geração de renda no semi-árido através das temáticas: Economia Solidária – que economia é essa?; Mulheres construindo economia solidária e; Certificação Orgânica Alternativa.

Outra novidade é a participação de crianças, adolescentes e jovens dos projetos Peixearte, de Peixinhos – Olinda, e Crescendo no Morro, no Morro da Conceição – Recife, devido ao primeiro intercâmbio realizado entre o Programa de Promoção da Criança e do Adolescente (PPCA) e o Programa de Apoio à Agricultura Familiar (PAAF), ambos da Diaconia. Os grupos de dança, teatro e música dos projetos também irão divulgar a cultura recifense, aproveitando para trocar conhecimento com os jovens do campo.






















Fernando de Noronha é um arquipélago vulcânico isolado no Atlântico Equatorial Sul, sendo sua ilha principal a parte visível de uma cadeia de montanhas submersas (DORSAL MEDIANA DO ATLÂNTICO), situada nas coordenadas geográficas 03 51' sul e 32 25' oeste e distando aproximadamente 345 km do cabo de São Roque no estado do Rio Grande do Norte e 545 km de Recife, em Pernambuco. Constituído por 21 ilhas, ilhotas e rochedos de natureza vulcânica, tem a ilha principal uma área de 18,4 km2 cujo maior eixo com cerca de 10 km, largura máxima de 3,5 km e perímetro de 60 km. A base dessa enorme formação vulcânica está a mais de 4.000 metros de profundidade. A ilha principal, cujo nome é o mesmo do arquipélago, constitui 91% da área total, destacando-se ainda as ilhas Rata, Sela Gineta, Cabeluda, São José e as ilhotas do Leão e da Viúva. Estudos realizados demonstram que a formação do arquipélago data de dois a doze milhões de anos.