Um comitê executivo da Copa foi formado oficialmente nesta segunda-feira (1°). O grupo vai idealizar parcerias na área de infraestrutura entre o Recife e São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana, onde será construído o estádio de futebol para realização dos jogos e a chamada “Cidade da Copa”. 

O comitê será coordenado pelo secretário de Planejamento do Recife, Amir Schwartz, e vai trabalhar junto com o Governo de Pernambuco e com a Prefeitura de São Lourenço da Mata. Fazem parte do grupo gestor representantes de diversas secretarias e órgão municipais do Recife.
 
Apesar de a “Cidade da Copa” estar geograficamente localizada em São Lourenço, o acordo assinado com a Federação Internacional de Futebol (FIFA) indica o Recife como subsede, tornando a capital pernambucana a responsável pela infra-estrutura do evento. 

PROJETO DE LEI
O termo de compromisso com a FIFA, foi assinado no último domingo (31), pelo prefeito João da Costa, no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, depois do anúncio oficial das cidades que recberão jogos em 2014.

Segundo a prefeitura do Recife, até o final da semana será enviado um projeto de lei à Câmara Municipal do Recife para tratar das questões tributárias e fiscais relacionadas à realização da Copa de 2014. Na próxima semana, será realizado um seminário promovido pela Prefeitura do Recife e pelo Governo do Estado para elaborar projetos e ações com o objetivo de atender as reivindicações da FIFA e preparar o Recife para subsediar a Copa.

Os recursos, de acordo com a prefeitura,virão do Governo Federal, que já anunciou a elaboração do PAC da Copa.
























Áreas isoladas, estradas de terra que se transformam em obstáculos no período das chuvas. É em lugares quase intransponíveis que os madeireiros estão devastando o pouco que resta da Mata Atlântica nordestina. Trilhas e clareiras estão por toda parte. Em Pernambuco, sobram apenas 2,5% da floresta exuberante que existia na região.

A ousadia dos madeireiros é tão grande que eles não se contentam em derrubar as árvores. Trazem motosserras e, na mata, beneficiam a madeira que vai abastecer o comércio ilegal. Pelo tamanho dos troncos dá para calcular que algumas árvores tinham mais de 20 metros de altura.

"São grupos armados, organizados, financiados por serrarias que recebem os produtos ilegais. São grupos perigosos", destaca o chefe de fiscalização do Ibama (PE) Leslie Tavares.

Como a fiscalização não chega aos locais dos desmatamentos, a estratégia é fechar o cerco contra as serrarias e atingir a ponta do comércio ilegal. A Operação Sucupira, desencadeada no início do mês, conta com 10 equipes que atuam em cinco cidades da Zona da Mata pernambucana.

Os fiscais já fecharam 25 serrarias e pequenas fábricas. Todas usavam árvores da Mata Atlântica como matéria-prima. São estabelecimentos sem licença ambiental e sem cadastro no Ibama. O dono de uma serraria é multado pela quarta vez: R$ 58 mil.

Até o fim do semestre, o Ibama pretende fechar mais de 200 serrarias clandestinas. As multas já chegam a R$ 850 mil. A madeira é recolhida com ajuda do caminhão-guincho. Mais de 900 toras foram apreendidas. Uma tentativa de salvar a mais ameaçada das nossas florestas.

"Secar a fonte Garantir que todo esse dinheiro que circulava financiando e estimulando o desmatamento ilegal e a pistolagem seja secado. Essa conta tem que secar", afirma o superintendente do Ibama em Pernambuco João Arnaldo.


Fonte: Bom Dia Brasil

A III Semana do Meio Ambiente traz novidades para o sertão do Pajeú. O evento acontece de 3 a 5 de junho, na Praça Arruda Câmara, em Afogados da Ingazeira – Pernambuco, com a realização do I Festival de Economia Popular e Solidária do Pajeú. O objetivo é divulgar, articular e dinamizar os empreendimentos coletivos e individuais, para a construção de um comércio justo e solidário, visando a sustentabilidade das famílias agricultoras. A realização do evento é do Fórum de Economia Popular e Solidária – Elo Pajeú, com o apoio da Diaconia, Casa da Mulher do Nordeste, Projeto Dom Helder Câmara, SEBRAE, Fundação Banco do Brasil, Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira e Governo Federal.

Através do I Festival de Economia Popular e Solidária do Pajeú, a Semana do Meio Ambiente em Afogados irá aproximar produtores e consumidores, divulgando e valorizando a cultura da região através das feiras de artesanato e produtos agroecológicos, apresentações de teatro e dança, 
stands com tecnologias de convivência com o semi-árido e oficinas arte-educativas para crianças.

Além disto, os participantes terão a chance de debater formas de geração de renda no semi-árido através das temáticas: Economia Solidária – que economia é essa?; Mulheres construindo economia solidária e; Certificação Orgânica Alternativa.

Outra novidade é a participação de crianças, adolescentes e jovens dos projetos Peixearte, de Peixinhos – Olinda, e Crescendo no Morro, no Morro da Conceição – Recife, devido ao primeiro intercâmbio realizado entre o Programa de Promoção da Criança e do Adolescente (PPCA) e o Programa de Apoio à Agricultura Familiar (PAAF), ambos da Diaconia. Os grupos de dança, teatro e música dos projetos também irão divulgar a cultura recifense, aproveitando para trocar conhecimento com os jovens do campo.






















Fernando de Noronha é um arquipélago vulcânico isolado no Atlântico Equatorial Sul, sendo sua ilha principal a parte visível de uma cadeia de montanhas submersas (DORSAL MEDIANA DO ATLÂNTICO), situada nas coordenadas geográficas 03 51' sul e 32 25' oeste e distando aproximadamente 345 km do cabo de São Roque no estado do Rio Grande do Norte e 545 km de Recife, em Pernambuco. Constituído por 21 ilhas, ilhotas e rochedos de natureza vulcânica, tem a ilha principal uma área de 18,4 km2 cujo maior eixo com cerca de 10 km, largura máxima de 3,5 km e perímetro de 60 km. A base dessa enorme formação vulcânica está a mais de 4.000 metros de profundidade. A ilha principal, cujo nome é o mesmo do arquipélago, constitui 91% da área total, destacando-se ainda as ilhas Rata, Sela Gineta, Cabeluda, São José e as ilhotas do Leão e da Viúva. Estudos realizados demonstram que a formação do arquipélago data de dois a doze milhões de anos.